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	<title>Comentários em: &#8220;Tertúlias de Arquitectura&#8221; . Arq. José Vale Machado</title>
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		<title>Por: cerveira pinto</title>
		<link>http://architecture.ufp.pt/tertulias-de-arquitectura-arq-jose-vale-machado/#comment-11</link>
		<dc:creator>cerveira pinto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2006 16:27:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá Caríssimo Pedro&lt;/&gt;De facto, se mérito houve nesta &quot;tertúlia&quot; ela deveu-se sobretudo à participação, motivada pela explanação dos temas bem &quot;na ordem do dia&quot; que foram aportados pelo arq. José Vale Machado. Penso que ficou clara a relação da arte com a arquitectura, indissociavelmente ligadas e que, felizmente, marcam a distinção entre aquilo a que podemos chamar de facto &quot;arquitectura&quot; e as obras projectadas por técnicos que não sabem sequer o que é um edifício barroco. Por outro lado parece-me que também ficou clara a noção de que hoje o arquitecto não se pode deixar cingir pela noção (ainda tão romântica) do &quot;artista&quot;, que apenas vê o lado mais &quot;plástico&quot; da sua obra... Penso que a resposta a esta questão estava precisamente na qualidade, sem concessões, da obra apresentada. Não há de facto incompatibilidade entre o &quot;mercado&quot; e a &quot;arte&quot;, e todos sabemos que, por vezes, até obras bem complexas podem ser &quot;populares&quot;. Quanto à última pergunta, penso que, em Portugal não há ainda uma &quot;cultura arquitectónica&quot; vasta e abrangente, bem pelo contrário. Recorre-se ainda muito (demasiado) ao &quot;habilidoso&quot;, ao &quot;projectista&quot;, ao &quot;engenheiro&quot; (nem que seja de minas - e armadilhas...). Mesmo por parte dos próprios órgãos do poder (autárquico e central) ainda não há a consciência plena desta necessidade imperativa, até como forma de melhor gerir e aproveitar os recursos do próprio país, a todos os níveis. Acabar com o 73/73 é um sonho que se persegue há muitos anos (demasiados, a meu ver) e que a própria classe ainda não &quot;interiorizou&quot; devidamente (talvez porque haja aqui muitos &quot;hiatos&quot; ainda por esclarecer). Mas a necessidade impõe-se e TODOS nos deveríamos movimentar no sentido de acabar definitivamente com uma situação que prejudica toda a população e o país e geral e, sobretudo, os próprios arquitectos. Bom. Já me alonguei demasiado. Muito obrigado pela participação. Aguardemos então, ansiosamente, a próxima &quot;tertúlia&quot;...&lt;/&gt;Abraço e até breve.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Caríssimo PedroDe facto, se mérito houve nesta &#8220;tertúlia&#8221; ela deveu-se sobretudo à participação, motivada pela explanação dos temas bem &#8220;na ordem do dia&#8221; que foram aportados pelo arq. José Vale Machado. Penso que ficou clara a relação da arte com a arquitectura, indissociavelmente ligadas e que, felizmente, marcam a distinção entre aquilo a que podemos chamar de facto &#8220;arquitectura&#8221; e as obras projectadas por técnicos que não sabem sequer o que é um edifício barroco. Por outro lado parece-me que também ficou clara a noção de que hoje o arquitecto não se pode deixar cingir pela noção (ainda tão romântica) do &#8220;artista&#8221;, que apenas vê o lado mais &#8220;plástico&#8221; da sua obra&#8230; Penso que a resposta a esta questão estava precisamente na qualidade, sem concessões, da obra apresentada. Não há de facto incompatibilidade entre o &#8220;mercado&#8221; e a &#8220;arte&#8221;, e todos sabemos que, por vezes, até obras bem complexas podem ser &#8220;populares&#8221;. Quanto à última pergunta, penso que, em Portugal não há ainda uma &#8220;cultura arquitectónica&#8221; vasta e abrangente, bem pelo contrário. Recorre-se ainda muito (demasiado) ao &#8220;habilidoso&#8221;, ao &#8220;projectista&#8221;, ao &#8220;engenheiro&#8221; (nem que seja de minas &#8211; e armadilhas&#8230;). Mesmo por parte dos próprios órgãos do poder (autárquico e central) ainda não há a consciência plena desta necessidade imperativa, até como forma de melhor gerir e aproveitar os recursos do próprio país, a todos os níveis. Acabar com o 73/73 é um sonho que se persegue há muitos anos (demasiados, a meu ver) e que a própria classe ainda não &#8220;interiorizou&#8221; devidamente (talvez porque haja aqui muitos &#8220;hiatos&#8221; ainda por esclarecer). Mas a necessidade impõe-se e TODOS nos deveríamos movimentar no sentido de acabar definitivamente com uma situação que prejudica toda a população e o país e geral e, sobretudo, os próprios arquitectos. Bom. Já me alonguei demasiado. Muito obrigado pela participação. Aguardemos então, ansiosamente, a próxima &#8220;tertúlia&#8221;&#8230;Abraço e até breve.</p>
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		<title>Por: Pedro Santiago</title>
		<link>http://architecture.ufp.pt/tertulias-de-arquitectura-arq-jose-vale-machado/#comment-10</link>
		<dc:creator>Pedro Santiago</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2006 10:33:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É mesmo verdade que o sucesso destas tertúlias de arquitectura depende imenso da participação dos presentes. Foi precisamente o que aconteceu nesta última, muito mérito pelo despertar de temáticas diversas relacionadas com o exercício da profissão, o futuro da arquitectura e dos arquitectos e a abordagem à metodologia do acto de projectar.&lt;/&gt;Numa perspectiva mais abrangente da profissão, os problemas burocráticos, legislativos, de relação/negociação com o cliente, de prazos a cumprir, financeiros, etc. acabam por ser enormes condicionantes ao acto de projectar, reflectir, projectando-se sempre no produto final. A “velha” escola de arquitectura que formava arquitectos “artistas” e repudiava todos os valores empresariais do “métier”, existia também como metodologia protectora ao acto de criar, sem que o “artista” se preocupasse com tudo o resto que pudesse comprometer a peça final. Estes tempos mudaram e hoje o arquitecto já não pode ser tão “artista” sob risco de ficar sem poder de resposta, perder clientes e ter que se dedicar a outra actividade para sobreviver. E o acto de projectar? De reflectir? De pensar arquitectura? No meio de tantas condicionantes, o que sobrevive (sobra? Uma resposta directa a todas as questões colocadas, algumas delas contraditórias (como tantas vezes acontece na legislação), e um objecto final vulgar, pouco interessante, disforme, incoerente, condicionado por todas essas vontades exteriores ao local, à morfologia, ao espaço, à articulação com a ideia, com a vontade do intelecto de transformar, de criar sensações, formas que alterem a paisagem de forma fresca, positiva, que nos permita evoluir.&lt;/&gt;Não é verdade que a grande percentagem de obras de arquitectura interessantes, novas, consideradas de referência não cumprem a legislação? Qual a metodologia a adoptar para que haja articulação entre o acto de projectar e todas as variáveis externas? Ou a boa arquitectura também serve para quebrar leis e regulamentos? Mostrar a quem as pensa e escreve que há outras formas de resolver essas questões? E em que circunstancias pode o projecto avançar sem todas as condicionantes cumpridas? O que é um facto é que os arquitectos têm encontrado um espaço de compromisso. Uma área cinzenta que varia de região para região dentro deste nosso jardim. Uns mais aventureiros mais próximos da zona branca e outros mais cautelosos mais próximos da zona preta. E no meio de tudo isto os desenhadores e os engenheiros continuam a projectar “coisas” duvidosas mas que são aceites de forma generalizada como dado adquirido para a paisagem, sem se levantarem grandes questões. E a arquitectura vai continuar a ser aquela “coisa” estranha? Com tantos arquitectos em formação, será que nunca mais desaparece esse maldito decreto 73/73? E Portugal está preparado para tanta arquitectura?&lt;/&gt;Parabéns a mais uma bela tertúlia!&lt;/&gt;&lt;/&gt;Pedro Santiago]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É mesmo verdade que o sucesso destas tertúlias de arquitectura depende imenso da participação dos presentes. Foi precisamente o que aconteceu nesta última, muito mérito pelo despertar de temáticas diversas relacionadas com o exercício da profissão, o futuro da arquitectura e dos arquitectos e a abordagem à metodologia do acto de projectar.Numa perspectiva mais abrangente da profissão, os problemas burocráticos, legislativos, de relação/negociação com o cliente, de prazos a cumprir, financeiros, etc. acabam por ser enormes condicionantes ao acto de projectar, reflectir, projectando-se sempre no produto final. A “velha” escola de arquitectura que formava arquitectos “artistas” e repudiava todos os valores empresariais do “métier”, existia também como metodologia protectora ao acto de criar, sem que o “artista” se preocupasse com tudo o resto que pudesse comprometer a peça final. Estes tempos mudaram e hoje o arquitecto já não pode ser tão “artista” sob risco de ficar sem poder de resposta, perder clientes e ter que se dedicar a outra actividade para sobreviver. E o acto de projectar? De reflectir? De pensar arquitectura? No meio de tantas condicionantes, o que sobrevive (sobra? Uma resposta directa a todas as questões colocadas, algumas delas contraditórias (como tantas vezes acontece na legislação), e um objecto final vulgar, pouco interessante, disforme, incoerente, condicionado por todas essas vontades exteriores ao local, à morfologia, ao espaço, à articulação com a ideia, com a vontade do intelecto de transformar, de criar sensações, formas que alterem a paisagem de forma fresca, positiva, que nos permita evoluir.Não é verdade que a grande percentagem de obras de arquitectura interessantes, novas, consideradas de referência não cumprem a legislação? Qual a metodologia a adoptar para que haja articulação entre o acto de projectar e todas as variáveis externas? Ou a boa arquitectura também serve para quebrar leis e regulamentos? Mostrar a quem as pensa e escreve que há outras formas de resolver essas questões? E em que circunstancias pode o projecto avançar sem todas as condicionantes cumpridas? O que é um facto é que os arquitectos têm encontrado um espaço de compromisso. Uma área cinzenta que varia de região para região dentro deste nosso jardim. Uns mais aventureiros mais próximos da zona branca e outros mais cautelosos mais próximos da zona preta. E no meio de tudo isto os desenhadores e os engenheiros continuam a projectar “coisas” duvidosas mas que são aceites de forma generalizada como dado adquirido para a paisagem, sem se levantarem grandes questões. E a arquitectura vai continuar a ser aquela “coisa” estranha? Com tantos arquitectos em formação, será que nunca mais desaparece esse maldito decreto 73/73? E Portugal está preparado para tanta arquitectura?Parabéns a mais uma bela tertúlia!Pedro Santiago</p>
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		<title>Por: cerveira pinto</title>
		<link>http://architecture.ufp.pt/tertulias-de-arquitectura-arq-jose-vale-machado/#comment-9</link>
		<dc:creator>cerveira pinto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2006 10:38:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro &quot;Xantô&quot;&lt;/&gt;Muito obrigado pela visita e pela participação. Esperamos então poder vê-lo mais logo no auditório da UFP... O sucesso desta segunda edição das &quot;Tertúlias&quot; depende, essencialmente, da participação dos presentes. Esperamos também, à semelhança das anteriores conferências, poder apreciar, comentar e debater o trabalho de um arquitecto da &quot;nova geração&quot;. &lt;/&gt;Mais uma vez , muito obrigado e... até breve.&lt;/&gt;(P.S. Tal como já comentamos noutros casos, o &quot;arquitectura em pessoa&quot; não aceita comentários anónimos, pelo que agradecemos que sempre que colocar um comentário este seja assinado, ou haja uma possibilidade de identificação e comunicação. Caso contrário, não poderemos aceitar os comentários. Caso pretenda publicar anónimamente os seus comentários, poderá enviar-nos por e-mail o mesmo, devidamente identificado, que nós publicaremos de forma anónima.)&lt;/&gt;Os melhores cumprimentos&lt;/&gt;Cerveira Pinto]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro &#8220;Xantô&#8221;Muito obrigado pela visita e pela participação. Esperamos então poder vê-lo mais logo no auditório da UFP&#8230; O sucesso desta segunda edição das &#8220;Tertúlias&#8221; depende, essencialmente, da participação dos presentes. Esperamos também, à semelhança das anteriores conferências, poder apreciar, comentar e debater o trabalho de um arquitecto da &#8220;nova geração&#8221;. Mais uma vez , muito obrigado e&#8230; até breve.(P.S. Tal como já comentamos noutros casos, o &#8220;arquitectura em pessoa&#8221; não aceita comentários anónimos, pelo que agradecemos que sempre que colocar um comentário este seja assinado, ou haja uma possibilidade de identificação e comunicação. Caso contrário, não poderemos aceitar os comentários. Caso pretenda publicar anónimamente os seus comentários, poderá enviar-nos por e-mail o mesmo, devidamente identificado, que nós publicaremos de forma anónima.)Os melhores cumprimentosCerveira Pinto</p>
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		<title>Por: xantô</title>
		<link>http://architecture.ufp.pt/tertulias-de-arquitectura-arq-jose-vale-machado/#comment-8</link>
		<dc:creator>xantô</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2006 14:26:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muito bem! Dar voz à malta mais jovem e com grande qualidade.&lt;/&gt;Se puder apareço]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem! Dar voz à malta mais jovem e com grande qualidade.Se puder apareço</p>
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